terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

CONHEÇA OS HOMENAGEADOS PELO VER. CLAUDINHO NOS 65 ANOS DA VILA BRASILÂNDIA

Público de cerca de 300 pessoas.


Mesa de autoridades, presidida pelo ver. Claudinho


O bolo de aniversário

Os homenageados reunidos à frente.


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A Sessão Solene de aniversário da Vila Brasilândia reuniu cerca de 300 pessoas na noite de 13/fev.2012, na Casa de Cultura Brasilândia, onde o vereador Claudinho (PSDB) - que propôs e presidiu a sessão especial da Câmara Municipal - homenageou 16 pessoas - todas com bons serviços prestados ao bairro. Conheça um pouco destas pessoas que fizeram e fazem o progresso da Brasilândia.

1.
Benedito Ricardo Honorato Teixeira (Didi)
Ele foi na juventude um cantor amador promissor e só não se tornou um grande artista do Brasil por ocasos da vida, animador de festas de casamento e aniversário de então, animava ainda as festas juninas da velha Brasilândia e foi partícipe/ fundador da escola de samba Rosas de Ouro. Veio para a Vila nos primórdios da Brasilândia, casou-se ali e teve sete filhos.

2.
Esporte Clube Icaraí
É dirigido hoje por um dos fundadores, o Geraldo de Freitas, conhecido como Jegue, que junto com José Messias, Cabinho e Alemão, fundou a agremiação em 29/ março de 1964. Foram muitas participações e vitórias com times de futebol de campo e futsal. Hoje só atua com o Esporte, de futebol de campo. Já foi bi-campeão dos Jogos da Cidade de São Paulo (futebol de salão) e vice-campeão (de campo), em 2005, 2006 e 2007.

3.
Alceu Cândido da Silva – Alceu Guaraú
Ele é compositor de samba-enredo e de outros estilos de samba, é carioca, natural de Volta Redonda e veio com a família para São Paulo quando tinha três anos de idade; chegou à Vila Brasilândia em 1976 e participou da Rosas de Ouro desde a sua fundação. Diz que nunca ganhou um enredo na Rosas, mas participou de muitas eliminatórias, à Roseira fez também um samba-lamento quando da sua mudança da Brasilândia.

4.
Luiz Martins
Artista multimídia se transferiu para São Paulo aos 17 anos. Reside em Vila Brasilândia e trabalha em São Paulo e Viena (Áustria), produzindo pinturas, desenhos, gravuras e esculturas em aço. Suas principais fontes são as manifestações telúricas e ancestrais, oriundas da natureza brasileira, mostradas em diferentes suportes, como a madeira, as fibras, aço e os pigmentos naturais. Tem 41 anos, vive no bairro há 24 anos..

5.
Ademir Fogaça
Ele é paulistano, nasceu na Vila Basilândia, é músico, compositor e intérprete, tendo já mais de trezentas músicas gravadas com diversos artistas; fez parte do grupo Gamação, durante dez anos e gravou quatro CD’s com ele. Seus maiores sucessos: com Belo ("Dere"); e com Arte Popular"Nani" e “Onde mora o pagode”. “Essa é a hora” e "Toda nua”, com Exaltasamba.

6.
Tânia de Campos Fernandes – a Catatau
Ela foi rainha de bateria da escola de samba Rosas de Ouro por 15 anos seguidos e desfilou durante 23 anos nesta escola. Antes de ser rainha de bateria foi passista e destaque e teve a primazia de ter inaugurado o nu no carnaval de São Paulo. Hoje participa de atividades sociais, principalmente junto ao movimento SOS Saúde.

7.
Raulino Galdino da Silva – em memória
A sua família ainda reside no mesmo local onde ele morou, só que agora a rua tem o seu nome, uma homenagem à memória deste brasilandiense, que lutou pelo bairro entre as décadas de 70 e 80; ele foi ainda o fundador do Bloco Unidos do Guarau – futebol e samba; nascido exatamente no quintal da sua casa em 1980 e registrado em 1984. Foi assassinado em idade precoce.

8.
Ulisses Paulino – o Caveirinha
Começou como ritmista da Bateria Nota Dez, do infatigável Mestre Lagrilá, onde, com o tamborim nas mãos foi campeão em 1971/72/73. Estreou como compositor em 1973 e em 74 foi vencedor do concurso de samba-enredo da Mocidade Alegre, o que o animou muito e veio a ganhar, em 1975, o 1º Peneirão de Sambas de Quadra, prêmio que recebeu das mãos do grande compositor carioca Candeias. É autor de mais de 40 sambas, feitos para: Bloco do Guaraú, Camisa Verde Branca, Renascença da Lapa etc.

9 e 10
Churrasco da Tia Restaurante e Gil Lanches
Os dois restaurantes de Vila Brasilândia estão sendo homenageados juntos porque seus proprietários são muito amigos e por terem começado suas atividades profissionais juntos, como trabalhadores informais de rua. De ambulantes conseguiram, com muita batalha, desprendimento e garra se estabelecerem, não por acaso, em lojas próximas uma das outras na Rua Parapuã. A Gil Lanches tem como proprietário Gildevânio Sobrinho Ferreira. O Restaurante da Tia tem como sócios Edineuza Costa Magalhães e Erismar Pereira dos Santos, conhecido como Hélio.

11.
Claudineia Soares de Oliveira Nicolau – a Cacau
Ela é professora de matemática na Prefeitura de São Paulo e, desde 2009, exerce o cargo de coordenadora de Ação Educacional no CEU Jardim Paulistano. Toda a sua formação fundamental e de nível médio foi feita em escolas públicas; fez ainda o curso de Mecânica / Projetos na Fatec. Em 1989 começou a lecionar matemática e física na EE.Ermano Marchetti, se apaixonou pelo magistério, Por concurso ingressou, em 2005, na Prefeitura de São Paulo.

12.
Grêmio Recreativo Paulistinha Futebol de Salão Brasilândia
O Paulistinha foi fundado em 30/setembro/1982. É uma equipe diferenciada e organizada e que, já no primeiro campeonato de futebol de salão disputado, na Escola Estadual João Solimeo, foi campeão invicto. Na 1ª Copa Zona Norte a equipe foi campeã e teve quatro atletas na seleção da mesma. Destaca-se ainda por ter torcedoras-símbolos. Joga aos domingos na quadra de SAFÓ, no Jardim Monjolo.

13.
Paróquia de Santo Antônio
Pode se dizer que teve inicio em 4/julho/1942, data da primeira reunião da Comissão Promotora em prol da construção da capela. No dia 2/outubro/1942 a capela já de pé foi visitada pela Cúria Metropolitana, que validou e reconheceu a obra, mas ela ficou pronta só por volta de 1944 – os recursos vieram de rifas, festas, novenas e outras comemorações. Teria sido o monsenhor Vitorino Gandra Mendes, pároco da Paróquia de Santo Antônio do Limão, o grande incentivador e por isso a escolha do mesmo santo padroeiro, com o beneplácito dos moradores. Nas últimas duas décadas a paróquia sofreu ampliação, reforma geral e na sua fachada.

14.
Luiz Valdemor Folier
Ele é proprietário da Bollipel Papelaria na Estrada do Sabão e tem participações nas ações propositivas do bairro. Desde 1995 já atuava com empreendedor, na Bets Malharia, e depois montou a Bollipel Papelaria e Livraria, coma esposa e filhos.
Atuou na diretoria da Sociedade Amigos de Bairros Jardim Gonçalves Centeno/ Guaraú; participou da comissão da fundação do Sacolão da Estrada do Sabão e participa do Conseg da Vila Brasilândia. Quer que seus filhos e netos se orgulhem da Brasilândia, assim como ele.

15.
Associação de Amigos de Vila Brasilândia A.de J.
A entidade foi fundado por Ailton Calixto dos Santos e nasceu através de um grupo de jovens do Jardim Icaraí, em reação à situação de carência existente em Vila Brasiândia, e para mostrar que há um lado no bairro que luta e busca o resgate social. A Associação organiza cursos de formação e alfabetização para jovens e adultos, e funciona, desde 2003, com apoio da Ecos, uma ong que trabalha na conscientização do jovem sobre sexualidade.

16.
Família Linge.
O patriarca desta família, Boleslau Linge, viveu 62 anos (de 1906 a 1968) e sua esposa, Ana Linge, 89 anos, de 1910 a 1999, deixando quatro filhos: Antonio, Bernardo, Pedro e Luiz Carlos, este já falecido. A família chegou à Vila Brasilândia em 1944, antes do início do loteamento que deu nome ao bairro, vindo morar no loteamento Itaberaba, na então denominada Estrada Pública de Itaberaba, hoje Rua Parapuã. Não havia qualquer melhoria e esta rua era, na verdade, era apenas uma trilha de terra alargada, com muitos poucos moradores. Os irmãos Linge acompanharam todo o desenvolvimento do hoje distrito Brasilândia, da chegada do asfalto, em 1954, entre outros fatos marcantes.


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