O vereador Claudinho (PSDB) realizou, a pedido da comunidade católica da Paróquia de Santo Antônio da Barra Funda, uma Sessão Solene da Câmara Municipal comemorativa ao aniversário deste bairro. O evento, que contou com a presença de mais de 200 pessoas, ocorreu no dia 28/nov. 2011, no salão da mesma paróquia e foi coordenado pelo grupo de Terceira Idade local, sob a batuta da dinâmica senhora Angelina Rodrigues.
O evento foi aberto com a execução do hino nacional pela Banda Musical da Polícia Militar e, após, foi feito um breve relato sobre a história do bairro e seguiram-se as homenagens a ilustres moradores e benfeitores locais, dois deles em memória.
HISTÓRICO
A Barra Funda é um dos distritos da cidade de São Paulo, tem 5,6 km² de superfície e é subordinado em parte à Subprefeitura da Lapa, comportando em seu território, prédios públicos importantes, como Terminal Barra Funda, o Memorial da América Latina, os Fóruns Trabalhista e Criminal, além dos Centros de Treinamento do Palmeiras e do São Paulo, a Rede Record de Televisão e o parque de diversões Playcenter. Situado em uma área de várzea do rio Tietê, cortada desde o século 19 por duas ferrovias. Era uma região de vocação industrial, mas hoje se transforma em um bairro residencial e de escritórios em franco crescimento.
Por volta de 1850, a região que corresponde atualmente à Barra Funda fazia parte da antiga Fazenda Iguape, propriedade de Antônio da Silva Prado, o Barão de Iguape. Essa fazenda, depois de loteada, deu origem a várias chácaras, entre elas a Chácara do Carvalho, pertencente ao Conselheiro Antônio Prado, neto do Barão de Iguape, e que mais tarde se tornaria prefeito da cidade de São Paulo. Anos depois, a chácara também foi loteada dando origem ao distrito da Barra Funda e parte dos atuais distritos da Casa Verde e Freguesia do Ó.
Nascido em 18/outubro de 1951, na Capital de São Paulo, teve sua ordenação diaconal em dezembro de 1978 por imposição das mãos de Dom Benedito de Ulhoa Vieira; foi ordenado sacerdote em 17/dezembro de 1978, por imposição das mãos de Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, São Paulo.
Estudou, a partir do pré-primário, em escolas de orientação católica; fez na Faculdade Salesiana de Lorena os cursos de ciências físicas e biológicas e de pedagogia, com especialização em administração, supervisão e orientação em 1º e 2º graus; cursou mestrado na Universidade Pontifícia Salesiana di Roma; fez ainda os cursos de filosofia, de teologia e cursou piano no Instituto Musical Jose Maurício.
Na sua formação salesiana presbiteral fez noviciado; pós-noviciato e tirocínio em instituições religiosas conceituadas, assim como o curso teológico, no Instituto Teológico Pio XI – SP e o “Corso Formatori”, na “Universitá Pontifícia Salesiana di Roma”. Tem ainda certificados diversos, especialização em educação; além de ser bacharel em teologia e licenciado em teologia da educação.
Depois da sua ordenação sacerdotal exerceu funções de professor e coordenador dos estudos e de pastorais, em Lorena; foi encarregado de obra social; diretor dos pós-noviços; diretor do Instituto Teológico Pio XI, entre outros cargos e funções importantes, tais como: membro do conselho da “Visitatoria Santa Maria Sede della Sapienza” UPS – Roma. Em julho de 2006 foi nomeado bispo da Diocese de Caraguatatuba; em outubro/ 2006 foi ordenado bispo na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora – São Paulo; em novembro de 2006 tomou posse na Catedral Divino Espírito Santo; em outubro/ 2007, foi confirmado bispo assessor responsável do Setor Juventude do regional Sul 1 da CNBB e acompanha, atualmente, o processo de peregrinação da Cruz da JMJ -Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) no Brasil. Tem no brasão da sua família, símbolos e referências cristão significativos, como a pomba do espírito santo, o coração infamado e a frase “Nós acreditamos no amor”. Seu lema de vida poderia ser resumido na seguinte máxima: “Não basta amar, é preciso fazer-se amar”.
6. Adriano Rodrigues de Oliveira
Possui graduação em fisioterapia pela Universidade Nove de Julho, pós-graduação (Lato Sensu) em fisiologia do exercício e treinamento resistido na saúde, doença e envelhecimento pela Faculdade de Medicina da USP e mestrado em ciências da reabilitação na Universidade Nove de Julho. Atualmente é professor de ensino superior da Uninove e fisioterapeuta/ professor do Instituto Biodelta de Ensino à Pesquisa, instituição vinculada à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Tem inúmeros artigos publicados em diversas revistas e outros periódicos; com participação em vários congressos e seminários. Tem monografia e trabalhos de pós-graduação que descreve experiências práticas sobre hérnia, estabilidade postural em paciente parkinsonianos
. Desenvolve trabalho voluntário junto ao grupo de terceira idade da Paróquia de Santo Antonio da Barra Funda.
7. Associação Cultural e Social Escola de Samba Mocidade Camisa Verde e Branco
A tradição de São Paulo era o cordão carnavalesco e havia poucas escolas de samba no início, depois houve um esvaziamento dos cordões até a extinção proporcionada pelo prefeito Faria Lima, que estabeleceu, por lei, que o único evento carnavalesco seria o desfile das escolas de samba, com todos os incentivos a elas e nada aos blocos. Em 1977, o Camisa tornou-se, enfim, escola de samba.
Suas origens estão no antigo Largo da Banana, lugar aonde os caminhões que vinham do interior encostavam para descarregar, e ali se juntavam os trabalhadores e, enquanto não vinha caminhão, se armava o samba. Hélio Romão de Paula, em 1953, participava do pequeno grupo de sambistas que, agrupados em torno de Inocêncio "Mulata" Tobias, recriou o antigo Grupo Carnavalesco Barra Funda, fechado desde 1939, agora com o nome de Cordão Carnavalesco Camisa Verde e Branco, que, para evitar penetras, assim como os outros cordões, saíam protegidos por uma corda sustentada por jogadores de capoeira. O Camisa ganharia o carnaval comemorativo ao IV Centenário da cidade de São Paulo, em 1954.
Desde 4/setembro/1953, data da fundação, foram muitas glórias e também algumas tristezas. O Camisa foi campeão como cordão mais vezes: 1968, 1969 e 1971, ano este em que os cordões já estavam em decadência, com a popularização das escolas de samba. A partir de 1972 segue o caminho natural e torna-se escola de samba, chegando ao primeiro título, como escola, em 1974. Torna-se campeão, ainda, em 1975/76 e 77. No carnaval de 1979 a Barra Funda comemorou mais um título e a hegemonia na década de 70.
Em 1980, Inocêncio Tobias morreu, deixando a presidência do Camisa Verde nas mãos do seu filho Carlos Alberto Tobias, que, em 1990, vem também a falecer. Sua mulher, Magali dos Santos, assumiu a presidência, sendo campeã logo no seu primeiro ano à frente da diretoria. O Camisa Verde, que já havia conquistado o bi-campeonato em 1989/90, conquistou o tri em 1991, e depois em 1993.
Depois de alguns altos e baixos, inclusive com rebaixamentos, a escola voltou ao grupo da Elite de Carnaval Paulistano, em 2011, quando cantou a Avenida Paulista e foi vice-campeã. Assim, estará no Grupo Especial em 2012 para a alegria da Barra Funda.
8. Wilson Olivieri
Ele é presidente da Associação Atlética Anhanguera. Filho do tapeceiro Waldemar Olivieri e da costureira Sophia, o popular “Wilão”, desde pequeno, sempre atraiu o sucesso, a amizade e a generosidade, aliando isso a muito trabalho. Exercia seu carisma e liderança nas brincadeiras de rua, no futebol, nos passeios de bicicleta, sempre inventando novas atividades ou novos jogos, com algumas brigas, é claro, afinal, era o irmão mais velho e aquém defender na rua. Na Escola Santo Antônio, onde começou a estudar sempre se destacou. Dedicado e disciplinado ganhou condecoração de aluno exemplar. Nas atividades extracurriculares era figura carimbada: orador dos eventos e festas da escola e agitava as festas juninas.
Chegou o ano de 1968, com mudanças sociais e filosóficas. Era a juventude mexendo nos alicerces da sociedade. Nessa época entrou no ginásio, em escola pública, e ali ampliou a sua roda de amigos, fiéis e parceiros; assim como no futebol, nos bailes, nas baladas e discotecas.
Aos dezoito anos, trabalhava na tapeçaria de dia e começou a cursar faculdade de administração de empresas no período noturno. Foi quando ganhou o primeiro carro: uma brasília branca novinha. Além da paixão pelos carros, nascia a paixão por motos. Dentre as paixões da juventude estavam o Corinthians e o samba, além, é claro, da Associação Atlética Anhanguera. Com a faculdade finda, veio o primeiro emprego, na Refinação de Milho Brasil. Depois de uma nova jornada, Wilson acabava de ganhar um cargo cobiçado por todo administrador, na área financeira da gigante Philip Morris, em Nova Iorque. Com o inglês fluente seguiu para os EUA no ano de 1984. Com a carreira consolidada, aos 30 anos de idade, ganhou os dois melhores presentes do mundo: os filhos.
Sempre cultivando carinho, amor, respeito, cuidado com o próximo e simplicidade - sementes que o Wilsão vem germinando há 50 anos. E sorte desta comunidade que pode estar sempre perto do seu sorriso, da sua generosidade e do seu amor.
9. Dr. Domingos Guilherme Napoli
Tem 60 anos de idade, nascido na Capital de São Paulo, é formado na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, no curso de Medicina, com especialização em gastrocirurgia, em 1975, com conclusão de residência médica em 1979. Ocupou os cargos de coordenador da Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde do Estado de São Paulo (CROSS), desde julho/2009; foi coordenador de Relações Institucionais do SAMU de São Paulo, desde agosto/2010; e consultor e instrutor em regulação médica para o projeto SAMU, do Ministério da Saúde, em 2004, 2005 e 2006. Atuou ainda com coordenador da Central de Regulação Médica do SAMU de São Paulo, de abril de 2002 a agosto de 2010; médico cirurgião do Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo, no setor de Gastrocirurgia, desde 2000; e também médico regulador do atendimento pré-hospitalar da Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, desde 1989. Foi presidente Nacional da Fundacentro, em 1992; diretor do departamento médico da Prefeitura de São Paulo, de 1987 a 1988; diretor do Hospital Municipal de Pirituba, 1986. É fluente nos idiomas inglês e espanhol
Nas palavras da comunidade, ele é um médico muito querido, super preocupado com o verdadeiro sentido da palavra “medicina”. Preocupa-se com seus pacientes, com o seu restabelecimento, conversa, olhando para o paciente e não os trata só com a razão, mas sim com o coração e isso anima muito as pessoas. É super competente, uma pessoa que merece ser homenageado, pois dedicou- se muito aos moradores da Barra Funda em sua clínica.
10. Denise Mazzi
Denise Mazzi, filha de Aldo e Emília Mazzi, nasceu na Barra Funda, no dia 1º de março de 1953, é orgulho do bairro; campeã de natação e vôlei; pratica treinamento à noite no Centro Olímpico do Ibirapuera; faz ginástica no Centro Esportivo Raul Tabajara; faz caminhada no areião com o Professor Wanderlei Olivieri; é voluntária da Irmandade Irmã Clara; membro atuante na Paróquia Santo Antônio no Grupo da Melhor Idade, tudo isso, sempre, com o acompanhamento de sua carinhosa e dedicada mãe, dona Emília. Denise é um exemplo de mulher determinada, forte e sempre incentivando as pessoas que se acomoda e não saem de casa.
11. Roberto Russo
Nasceu em São Paulo, no dia 14/setembro de 1928 e faleceu no dia 22/maio de 1997, filho de Saverio Russo e Angelina Lacava Russo. Casado com Mariangela Russo, teve dois filhos: Samantha Russo e Rodrigo Russo. Sempre foi muito carinhoso com seus filhos e muito atencioso para com seus sobrinhos e família. Formado em economia pela Pontifícia Universidade Católica, montou seu escritório de despachante na Barra Funda, e ali atuou até a sua morte repentina; foi militante na política junto a antigo partido Arena e sempre presente no bairro durante mais de 40 anos. Foi Presidente da Associação Anhanguera, clube este que foi fundado em 1928, por Saverio Russo, seu pai. Ele sempre teve preocupação com o bairro, em especial com o esporte, primeiramente pelo Palmeiras, sendo sua segunda paixão o Anhanguera. Tinha carinho especial com as crianças - em 1988 formou um time de futebol com as crianças da catequese da Paróquia de Santo Antonio, patrocinando um campeonato no Anhanguera. Queremos agradecer na pessoa de seu filho Rodrigo, tudo de bom que seu pai deixou para a Barra Funda.
12 e 13. José Lucio da Costa e Carmo Miguel Arcanjo
Ele são irmãos. Não têm o mesmo sobrenome, mas têm a mesma profissão. Trabalham juntos há mais de três décadas na barbearia mais tradicional do bairro, na Rua Lopes de Oliveira, 527. Seu Miguel Arcanjo, por exemplo, guarda muitas histórias do bairro e já foi chamado de “artista da fala, da barba e do cabelo”. Está há 30 anos literalmente fazendo as cabeça dos homens do bairro, ouvindo muitas histórias e contando seus casos.
José Lúcio da Costa, seu irmão, conta que abriu a barbearia por volta de 1978 e se aposentou em 2007; tem 67 anos de idade, mais ainda trabalha cortando cabelos, para ajudar na aposentadoria. Hoje reside em V.N. Cachoeirinha, mas morou muito tempo na Barra Funda. Ele e o irmão são naturais de Minas Gerais e ele está na Capital desde 1968. É casado, tem dois filhos. Carmo Miguel Arcanjo tem 60 anos, é casado, tem dois filhos e uma netinha.
Ambos são exemplo de uma Barra Funda que ainda perdura, mas que perde espaço. São do tempo do bairro operário, que abrigou negros e foi berço do samba; dos imigrantes italianos e portugueses e sua fé cristã. O bairro, que ficou “esquecida” pela especulação imobiliária, apesar da proximidade com o Centro e ter transporte fácil, hoje, para o bem e para o mal, como disse a revista Barrafonda, se modifica e se transforma com rapidez. Recebemos os resistente irmãos barbeiros José Lucia da Costa e Carmo Miguel Arcanjo para nossas homenagens.
14. Orlando Periotto
Filho de Olívia Periotto e Tranquilo Periotto, esse filho da Barra Funda nasceu em 7/setembro de 1930, em casa, como era comum naquela época, na Rua do Bosque.
Viveu sua infância e juventude na Barra Funda, foi jogador dos principais times de várzea e concluiu o curso primário no Grupo Escolar Canuto do Val; depois, fez o curso ginasial no Liceu Coração de Jesus, onde também se formou contador, concluindo assim o estudo técnico.
Na Paróquia de Santo da Barra Funda ele foi batizado, crismado, fez a primeira comunhão, e casou-se. Orlando, passou por poucas empresas como funcionário e, aos 35 anos, resolveu, em conjunto com seu único irmão, Edgard Luiz Periotto, com o apoio de toda a família, abrir seu próprio negócio, a empresa “Retentores Vedabras Ind. E Com. Ltda.”, uma atitude extremamente ousada para a época, pois o polo industrial brasileiro apenas ensaiava seus primeiros passos.
Era 1965, início do regime militar, e pode-se imaginar, portanto, a dificuldade que a família Periotto passou para poder iniciar um novo negócio, um período de grandes dificuldades para o Brasil. Mas, com muita luta, o empreendimento foi obtendo bons resultados, até que, no fim da década de 70, até meados de 1995, o Brasil passou por terríveis crises econômicas, por conta da inflação e sucessivos planos milagrosos. A única coisa que ficou disso tudo foram os prejuízos, que empresários pioneiros como Orlando jamais foram puderam se recuperar.
Depois de 46 anos, a sua luta e a do irmão Edgard continua, agora num País mais estável. Neste tempo, nada o afastou de suas origens e da Paróquia Santo Antônio da Barra Funda. E hoje Orlando, sua esposa Dulcenea, seus quatro filhos, seus 9 netos e dois bisnetos, seus genros e sua nora, se dedicam com muito entusiasmo ao seu trabalho e acima de tudo ao bem comum.
15. Dom Fernando Legal
Ele nasceu em 17/dezembro/ 1931 aqui na Barra Funda e percorreu nestes 70 anos um vasto caminho pelas dioceses de São Paulo, sempre a serviço da Igreja, em atividades e cargos importantes. Filho de João Legal e Benedita de Moraes Legal ele é primogênito de oito irmãos. Fez sua profissão religiosa na Congregação Salesiana em 31/janeiro/1950, no Noviciado Salesiano, em Pindamonhangaba (SP), tendo sido ordenado em 8/ dezembro de 1959, no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora de São Paulo, no bairro do Bom Retiro, por Dom Paulo Rolim Loureiro, então bispo auxiliar de São Paulo. Sua nomeação episcopal se deu em 28/março/1980, pelo Papa-beato João Paulo II, com sua ordenação episcopal ocorrida em 31/maio de 1980, no Santuário Nossa Senhora Auxiliadora, também no Bom Retiro, por Dom Carmine Rocco, núncio apostólico no Brasil
Realizou o ensino fundamental no Colégio São Joaquim, em Lorena, São Paulo e o ginásio em Lavrinhas (São Paulo); fez os cursos de terceiro grau: estudou filosofia (1950-1952) no Colégio São Joaquim (Lorena, São Paulo) e o curso de teologia (1956-1959) no Instituto Teológico Pio XI, em São Paulo, SP. Fez ainda magistério (1953-1955), no Instituto Salesiano Dom Bosco (Americana, SP) e licenciatura em teologia, (1960), na Faculdade Teológica Assunção, em São Paulo. Tem ainda vários cursos de especialização e bacharelado em sociologia.
Exerceu as atividades de professor, diretor de estudos e foi conselheiro, delegado inspetorial da Inspetoria Salesianana de São Paulo e também vice-inspetor e inspetor (provincial) da mesma instituição. Como bispo atuou nas Dioceses Itapeva, de Limeira, de São Miguel Paulista, e bispo emérito de São Miguel Paulista; foi ainda presidente do sub-regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB (1991-1998, e na mesma CNBB foi membro da representativa do Regional Sul 1 e bispo referência para a Campanha da Fraternidade (1999) e na mesma função (para o ensino religioso) em 1999.
É ainda autor de uma coletânea de artigos publicados em Voz Diocesana; tem programa quinzenal “A igreja no rádio”, da rede Milícia Satis; é sócio- correspondente da Academia Mariana Salesiana de Roma, Itália, 1980; foi honrado com o título de cidadão Limeirence (1980). Seu nome foi dado a Complexo Viário da Estrada do Pêssego, na Rodovia Airton Senna (2009).