segunda-feira, 28 de novembro de 2011

VER. CLAUDINHO DESTACA REPORTAGEM QUE FALA SOBRE CARREIRA DE MILITARES NEGROS NA PM, ENTRE ELES O COMANDANTE DA CPTRAN CEL. VELOZO, SEU AMIGO

Acima, fac-smile da reportagem do site da Secretaria de Segurança Pública

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O vereador Claudinho destaca matéria publicada no site da Secretaria de Segurança de São Paulo (em 13/05/2011), escrita pela jornalista Daniela Sant’Anna, que abordou a questão da crítica constante à atuação policial militar em relação à abordagem de cidadãos na periferia - e o que a PM tem feito para acabar com este estigma. Também mostrou policias negros da corporação que obtiveram sucesso em suas carreiras, sem sofrer qualquer tipo de discriminação interna.

Um dos destaques da reportagem foi o coronel Hervando Luiz Velozo, comandante do Policiamento de Trânsito (CPTran), amigo pessoal do vereador Claudinho e por ele homenageado com a Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo. O tema é pertinente, já que, em novembro, se comemorou o Dia de Zumbi dos Palmares, data de reafirmação da sociedade brasileiro contra o racismo e a discriminação.



Atualmente, o Cel. Velozo tem sob sua responsabilidade 1,3 mil homens que realizam o policiamento de trânsito em toda a Capital. Velozo diz que nunca sofreu discriminação alguma em toda sua carreira e tampouco teve problemas com qualquer policial sob seu comando. Sobre a sempre questionada abordagem policial, o coronel afirma que ela "não é determinada pela cor e sim por atitudes suspeitas".

Para evitar serem acusados de racismo, principalmente quando o revistado é negro, os PMs são instruídos a deixar bem claro o motivo da suspeita para que não seja vista como desrespeito, já que a corporação não tolera os chamados desvios de conduta, que são punidos energicamente.

Os temas Racismo e Direitos Humanos são abordados em 42 horas do curso de formação de soldados, de 302 horas. Na grade curricular, as matérias relacionadas ao assunto são Cidadania, Direito Penal e Penal Militar, além de Direito Administrativo.

Em novembro de 2010, a PM adotou novas diretrizes para atender aos princípios das normas internacionais de Direitos Humanos, com a colaboração do Comitê Internacional da Cruz Vermelha. As mudanças incluem as críticas de casos em que a abordagem foi feita em desacordo com o teor ensinado. Na Polícia Militar, como em toda a sociedade, racismo é crime.
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