Sessão Solene comemorativa ao Dia Municipal do Investigador de Polícia, que foi instituído através de lei de autoria do vereador Claudinho de Souza (PSDB), realizado em parceira e na sede própria da Aipesp - Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo, presidida por Vanderlei Bailoni, no dia 10/dez.2010.
O evento proposto e presidido pelo vereador Claudinho homenageou líderes de classe da Polícia Civil de diversas categorias e também a investigadores públicos com mais de três décadas de bons trabalhos prestados, que receberam Voto de Congratulações da Câmara Municipal e placa de honra ao mérito.
Eis os históricos dos homenageados:
1-Valter Honorato
Ele é presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo; escrivão formado pela Academia de Polícia, em 1977, tendo mais de 33 anos de carreira. Trabalhou na 2ª Delegacia Regional da Capital (antigo Degran, hoje Decap), atou em sete distritos policiais no Setor de Cartas Precatórias; no septuagésimo sétimo e no quinto distrito na Divisão de Crimes Funcionais do extinto Decon; na Corregedoria do Detran, em outros Distritos, e no 6º DP, onde ficou até junho de 2004– quando, no dia 14 de novembro, assumiu a presidência do Sindicato, depois da morte do ex-presidente Valter Stampacchio. É também presidente da Junta Governativa do Sindicato. Valter Honorato tem 54 anos, é bacharel em direito, formado pela Universidade de Mogi das Cruzes no ano de 1983; é casado com Joana de Souza Araújo Honorato e tem os filhos Leonardo, Andressa e Artur Daniel.
2- Oscar de Miranda
É presidente da Associação dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo – Aepesp. É escrivão de polícia especial desde 1974, atuando no vigésimo segundo Distrito Policial, em São Miguel e em Arujá, exercendo as chefias dos cartórios do 1º, 2º e 3º Distritos de Guarulhos; em 1991 assumiu o cargo no Conselho Deliberativo da Aepesp; em 1994 passa a tesoureiro; em 1997 foi eleito presidente; depois foi segundo presidente e voltou à presidência, em 2003, onde foi reeleito em 2006. É formado em direito e ciências sociais pelas Faculdades Integradas de Guarulhos e pós-graduado em direito empresarial, com vários cursos de especialização em técnicas em negociação anti-seqüestro em Miami, entre outros. Tem 63 anos de idade, é natural de Gália, São Paulo; casado com Maria Helena Mariano, com quem teve os filhos Beatriz e Bianca. De casamento anterior tem os filhos Samuel e Rafael.
3- Sonia Aparecida de Oliveira
Ela é presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telemática Policial do Estado de São Paulo – Sintelpol; trabalha como agente de telecomunicações policial de classe especial, com experiência de mais de 34 anos, tendo atuado em unidades da Seccional Norte por quinze anos e posteriormente na Delegacia Geral de Polícia, na chefia geral dos agentes de telecomunicações, por dez anos, e na Corregedoria Geral da Polícia Civil, até a presente data. É militante classista desde 1999, quando assumiu a vice-presidência do Sintelpol e, desde 2008 assumiu a sua presidência. Tem como meta o fortalecimento do Sindicato, dotá-lo de estrutura, valorização da carreira, e melhores condições para o exercício profissional.
4- Nelson de Jesus Leone
Formado em Direito, é presidente da Associação dos Agentes Policiais Civis do Estado de São Paulo – Agepol e agente policial de primeira classe. Iniciou na Divisão de Transportes e depois foi para o Decap – Departamento de Polícia Judiciária da Capital e para a Delegacia Geral de Polícia – onde implantou a chefia dos agentes policiais. Trabalhou no Departamento Estadual de Polícia Científica (hoje denominado Dird), onde é lotado. Participa da Agepol desde 1995, quando tomou posse como secretário-geral. Com a diretoria conquistou sede própria para a entidade, em 1996, dentre outras melhorias implantadas; reeleito em 1998 buscou melhorias para o agente policial, como a exigência de ensino médio para ingressar na carreira – uma conquista junto ao deputado Campos Machado; em 2002 foi eleito presidente da Agepol e já em 2005 conseguiu conquistar uma Colônia de Férias, em Itatiba. Teve ativa participação nas manifestações e reuniões da Polícia Civil. Em 2006 foi reeleito presidente, firme no lema que adotou: “Lutar sempre, vencer, talvez, desistir jamais”.
5- Eraldo de Farias
Ele é presidente da Associação dos Carcereiros da Polícia Civil e faz parte da representação Coletiva dos Policiais Civis de São Paulo. Ingressou na carreira em maio de 1977, para trabalhar no gabinete do secretário de Segurança Pública, onde permaneceu por cerca de vinte anos. De lá foi para a Delegacia Geral, onde se encontra até hoje, no serviço de expediente. É carcereiro classe especial com 33 anos de bons serviços prestados.
6- Alaor Bento da Silva
É presidente da Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado de São Paulo desde 1993. Desde então, incentiva e ajuda a abertura de outras associações congêneres em outros estados do Brasil. Elaborou o Código de ética da categoria entre outras atuações dentro do âmbito da sua profissão, como a realização do Seminário “1º Centenário da Papiloscopia no Estado de S. Paulo” e luta com outras Associações, através da Federação de Papiloscopia, pelo reconhecimento da categoria como peritos oficiais e nível superior. Teve participação partidária junto ao PMDB, e comunitária, presidindo associação amigos de bairro onde reside. É paulista de Cajurú, bacharel em direito e tem 59 anos.
7- Vanderlei Bailoni
É presidente da Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo; foi presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo, participando do processo de sua fundação, de 1991 a 1994. É jornalista com programas nas Rádios Trianon e Universal, além de apresentar o programa de TV “Inimigos do Silêncio”, no ar há dois anos e meio. O seu trabalho em prol da categoria dos investigadores já lhe rendeu inúmeros títulos e medalhas, como a Medalha das Forças de paz da ONU; títulos de comendador da Arqui Confraria dos Templários; Academia Brasileira de Arte, Cultura e História e do Instituto Biográfico Brasileiro. Recebeu também a Salva de Prata da Câmara Municipal de São Paulo; dois títulos de Policial do Ano (em 1986 e 1987); títulos de Cidadão de Araçatuba, Bauru, Assis, Votorantin, dentre outros; além de homenagens diversas e exercício de cargos em associações, como o de vice-presidente do Ação Local – Santa Ifigênia 2006. Foi suplente de deputado estadual em 1994.
8- José Martins Leal
Ele é presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo. É delegado primeira classe, tendo entrado para a Polícia como investigador, através de concurso público em 1969. Atuou como professor de inquérito policial da Academia de Polícia; e na disciplina Noções de Direito e Processo Penal para a formação de agentes de segurança penitenciária. Tem formação superior em Ciências Jurídicas e curso de formação técnico-profissional para delegado de polícia, além de diversos cursos de extensão e especialização e participação em congressos e seminários da categoria que atua e representa. Recebeu inúmeras honrarias, certificados e homenagens. Como policial trabalhou no Degran, Detran, Deic, Derin, Demarco, DCS e Dipol. Foi delegado titular do município de Itirapina. Atuou em diversos Distritos Policiais da Capital e em Santo André, Diadema, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e Mauá. Tem 61 anos e é casado.
9- Jarim Lopes Roseira
Ele é presidente do IPA – International Police Association e tem atuação classista desde 1967, quando foi eleito para conselheiro do Centro Social dos Guardas Civis de São Paulo, tendo participado da fundação do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo, e exercido o cargo de secretário-geral por três anos. Atualmente é secretário-geral da Associação dos Professores da Academia de Polícia e conselheiro do Sindicato dos Policiais Civis de Mogi das Cruzes. Ele ingressou em 1965 na então Guarda Civil do Estado de São Paulo que foi unificada com a Força Pública, chegando à graduação de guarda primeira classe. Em 1971, através de concurso público, se tornou escrivão de polícia até se aposentar em 1995, como classe especial. Em 1998, também através de concurso público se tornou professor da Academia de Policia Civil de São Paulo, onde permanece lecionando inquérito policial, organização policial e organização cartorária. Exerce ainda a função de presidente suplente da 4ª Junta Administrativa de Recursos de Infrações do Detran. Tem várias condecorações e honrarias, como a Medalha Anchieta da Câmara Municipal e integrou o grupo que elaborou os manuais da polícia judiciária.
10- Maria Aparecida de Queiróz Almeida, a Cidinha
Ela é presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Sorocaba há sete gestões e é também a sua re-fundadora, já que o mesmo fora fundado em 1989 e encontrava-se inativo. Hoje o Sindicato possui sede administrativa própria, salões de eventos e proporciona inúmeros benefícios aos associados nas áreas de saúde, educação, entre outras. O Sindicato está também à frente na luta pela revalorização da carreira, inclusive, com ativa participação na última greve e luta por melhores salários. Cidinha teve ainda atuação parlamentar, elegendo-se vereadora, em 1992, e reelegendo-se em 1996; exerceu com competência a função de assessora técnica na Secretaria de Relações do Trabalho, em Sorocaba, à convite do prefeito. Ela iniciou sua carreira policial, em 1977 como escrivã em Sorocaba e depois em São Paulo. É professora de Exatas por formação, com domínio da língua inglesa e possui cursos de segurança pública com diploma do Ministério da Justiça, além de ser formada em administração pública. Em resumo, Cidinha é uma ativa lutadora pela categoria.
11- Maria Alzira da Silva Corrêa
Foi presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Região de Ribeirão Preto, aposentada em 1996. Maria Alzira foi a primeira mulher a assumir a entidade (no triênio 2007/2010) e reeleita com 80% dos votos para o seu segundo mandato. Ela exerceu o magistério, na região do Vale do Paraíba de onde é originária. Casou-se em 1975, mudando para Ribeirão Preto; tem três filhos, Priscila, Ivan e Bruno, e um neto, Vitor. Assumiu o cargo de investigadora em 1976, na “Regional de Ribeirão Preto”, tendo exercido a função em diversas unidades daquele município. Ao se aposentar, passou a exercer a atividade jurídica, atuando até hoje paralelamente à atividade principal, que é a de presidente do Sinpol - Região Ribeirão Preto.
12- Walter de Oliveira Santos
Ele foi presidente do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil de Santos e Vale do Ribeira; investigador de Polícia Classe Especial, com admissão em 1968 e aposentadoria em 2003. É advogado criminalista em Santos e fundador do Sindicato dos Investigadores.
Os últimos homenageados da noite são investigadores de polícia que estão sendo destacados pelo longo tempo de bons serviços prestados, mais de 40 anos de atividades ininterruptas. São eles:
13- Felippe Sturba
Ele é investigador de polícia – classe especial, com ingresso, em 1970, através de concurso. Com 40 anos de serviço ativo, atuou em diversas divisões, como a de homicídios, patrimônio do Deic, de crimes sobre entorpecentes, de investigações gerais, na assistência à diretoria do Deic e na viatura-piloto da delegacia de roubo a banco. Em 1986 entrou para o Garra – Grupo Armado de Repressão a Roubos à Mão Armada, tendo sido encarregado do Grupo 30 e do 90; foi policial tripulante no serviço aerotático – SAT Pelicano, em atividades policiais humanitárias e socorristas. Passou ainda pelos cargos de assistente policial no Decap, no Detran e no Decon; foi chefe dos investigadores da divisão de crimes contra o meio ambiente e operacional, na de crimes contra a saúde pública, no Denarc e na 6ª Seccional de Polícia em Santo Amaro. Foi chefe dos investigadores no nonagésimo nono e octogésimo Distritos Policiais e também do GOE. Em 1998 foi promovido para o último nível da carreira. Participou de cursos e palestras de associação de classe e ações diversas, sendo que uma lhe marcou particularmente. Ocorreu no Rio de Janeiro, onde foi ajudar no treinamento de policiais locais na utilização de helicópteros no combate ao crime – sendo que um dos aparelhos da operação foi abatido em vôo por traficantes, o primeiro combate desta natureza no Brasil.
14- Rafael de Oliveira
15- Yves de Carvalho
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